31/12/2019 às 08h43min - Atualizada em 31/12/2019 às 08h43min

Catarinense disputa título mundial de MMA em Nova Iorque e pode faturar US$ 1 milhão

Natan Schulte enfrenta Loik Radzhabov, na categoria peso leve, na noite desta terça-feira, 31 de dezembro, no Madison Square Garden

- 87 News
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Um joinvilense está prestes a conquistar US$ 1 milhão no ringue do Madison Square Garden de Nova Iorque, Estados Unidos, na noite desta terça-feira, 31 de dezembro. Para isso, Natan Schulte, 27 anos, terá de vencer Loik Radzhabov, do Tajiquistão, pelo título da PFL (Professional Fighters League), a única grande liga de artes marciais mistas do mundo.

 

Lutador profissional de MMA (Artes Marciais Mistas, em português) desde 2011, o joinvilense Natan começou treinar ainda na adolescência e já coleciona títulos na carreira. Ano passado, venceu todas as lutas do mesmo campeonato que começou em maio e faturou o prêmio de US$ 1 milhão.

 

Este ano, Natan já deixou para trás quatro adversários – a semifinal aconteceu em outubro em Las Vegas – e chega confiante que irá levar para casa mais um cheque de US$ 1 milhão.

 

No cartel do MMA, Natan acumula 19 vitórias, 3 derrotas e um empate. Já Loik Radzhabov conta com 13 vitórias, uma derrota e um empate. Com 70 quilos, Natan luta na categoria peso leve.
 

A  mãe de Natan, o irmão e a esposa estão em Nova Iorque para acompanhar a luta nesta terça. O restante da família ficará em Joinville, com o coração apertado e na torcida. “Vamos acompanhar a luta por um aplicativo. A torcida aqui é geral. Ele estará lá representando Joinville e Santa Catarina”, conta a irmã mais velha Laiza, orgulhosa e cheia de expectativa. “Queremos que Joinville conheça ele”, completa.

 

Laiza lembra que o irmão sempre gostou de artes marciais e começou a treinar aos 13 anos. Iniciou no Muay Thai e foi bicampeão catarinense de Kickboxing. Aos 17 anos, foi campeão brasileiro de Kickboxing. Chegou a representar o Brasil no Mundial, na Sérvia, mas não levou o título.

 

Ela conta, ainda, que no início da carreira foi bem difícil. Natan não tinha patrocínio, apenas ajuda da família e amigos. “Mas ele gostava e a gente sempre o incentivou”, frisa. Sobre o medo de ver o irmão se machucar durante uma luta, Laiza disse que sempre há, pois cada luta é diferente. “Mas graças a Deus, ele nunca se machucou sério. Teve apenas uma fratura no pé.”

 

Hoje, o joinvilense Natan mora em Coral Springs, na Flórida, e treina em uma das mais conceituadas academias no mundo, a American Top Team.

 

A luta será transmitida a partir das 23h30 aqui no Brasil.

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